O homem acusado de matar a professora Luanda Bittencourt Mota Ribeiro, de 46 anos, será julgado pelo Tribunal do Júri nesta quarta-feira (12), às 10h, no Fórum Juíza Maria Tereza Gusmão Andrade, em Campos dos Goytacazes.
Luanda foi baleada à queima-roupa em fevereiro de 2022, dentro de um estacionamento na Rua 13 de Maio, no Centro de Campos. Ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital Ferreira Machado, mas morreu no dia 26 de fevereiro, após permanecer internada em estado gravíssimo.
O principal acusado é o ex-companheiro da vítima, o policial civil aposentado José Ricardo Silva Ribeiro. Ele foi preso dois dias após o crime pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Casimiro de Abreu.
Na época do crime, Luanda trabalhava como professora no Ciep Clóvis Tavares e também atuava como assessora do gabinete administrativo da Regional Norte Fluminense da Secretaria de Estado de Educação.
A filha da vítima, Alícia Bittencourt, espera que o julgamento resulte em uma condenação e que a Justiça aplique uma pena severa ao acusado.
“Estamos torcendo para que o máximo rigor da lei seja aplicado. Queremos justiça pela vida da minha mãe. Nada vai apagar o que aconteceu, mas precisamos lutar para que sejam aplicadas penas severas aos assassinos, independente de quem sejam”, afirmou.
