Perseguição termina com PM e quatro bandidos mortos na Avenida Brasil

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Por diario
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Uma perseguição seguida de troca de tiros terminou com um policial militar e quatro criminosos mortos na Avenida Brasil, na madrugada desta quarta-feira (29). Outro agente e uma terceira vítima também foram baleados e encaminhados ao hospital, onde permanecem internados em estado grave.

Segundo a corporação, a ocorrência teve início em Guadalupe, na Zona Norte, após equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) receberem informações de que dois veículos, vindos da Vila Kennedy, na Zona Oeste, seguiam em direção à Penha. Durante a tentativa de abordagem, os ocupantes desobedeceram à ordem de parada, atiraram contra os policiais e fugiram, dando início a uma perseguição que terminou em confronto. 

O cabo Fernando Placido Roberto Rocha, de 38 anos, chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, mas não resistiu aos ferimentos. Na mesma unidade, permanecem internados em estado grave o policial Charles Batista dos Santos, e Vitor Alberto Sá de Souza, atingido por um disparo enquanto passava pela via na altura da Penha.

Ainda durante o confronto, outros dois suspeitos ficaram feridos, sendo encaminhados ao Hospital Federal de Bonsucesso e ao Hospital Municipal Salgado Filho. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde deles. 

Em meio à caçada, na altura de Ramos, equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), em apoio ao BPVE, apreenderam seis fuzis, três pistolas e uma granada. 

De acordo com Centro de Operações Rio, ao longo do tiroteio, a calha do BRT e uma faixa de rolamento, na estação Jardim Guadalupe, chegaram a ser interditadas, mas foram liberadas por volta das 2h20.

Em nota, a PM lamentou o caso e informou que o cabo Fernando ingressou na corporação em 2019 e, atualmente, era lotado no BPVE. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

A investigação está em andamento na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para apurar os fatos. 

Fonte: Jornal O Dia

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