á 10 anos, a unidade do Instituto Federal Fluminense localizada às margens da BR-356, rodovia Campos – São João da Barra, foi certificada como um Polo de Inovação (PICG) ligado à Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) – um dos primeiros da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – para atuar diretamente com empresas no desenvolvimento de soluções tecnológicas.
Para comemorar os 10 anos deste feito que foi um marco para a história do IFF e também para o setor produtivo regional ao promover o desenvolvimento de pesquisa e inovação aliado às demandas empresariais, será realizada uma semana de atividades de 23 a 26 de setembro de 2025, na própria sede do Polo. Confira a programação completa AQUI.

O evento “10 Anos de Inovação: Trajetórias e Perspectivas do Polo de Inovação Campos dos Goytacazes” contará com oficinas e palestras de casos de sucesso para bolsistas e estudantes, encontro de pesquisadores e mesas-redondas. Além disso, no dia 25, das 14h às 16h30min, haverá a Solenidade Comemorativa.
O atual diretor do PICG, professor Vicente de Paulo, destaca que a unidade é um espaço de convergência entre ciência e sociedade e que ela reafirma o papel dos institutos federais como protagonistas da inovação com propósito.
Atualmente, o Polo de Inovação atua na área de Tecnologias para Produção Mais Limpa, com foco em Eficiência Energética e Fontes Renováveis de Energia; Redução, Tratamento e Reaproveitamento de Resíduos e Uso Racional de Recursos Hídricos. Conta com:
➡️ 57 projetos contratados;
➡️ 55 parcerias desenvolvidas com empresas;
➡️ 30 pedidos de propriedade intelectual.
“Os projetos desenvolvidos têm valor médio de R$ 614 mil, totalizando R$ 35 milhões em investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Mais do que números, a trajetória da unidade é marcada pela formação de profissionais qualificados, fortalecimento de comunidades e promoção da inclusão tecnológica”, ressalta Vicente.
A expectativa, agora, é ampliar sua atuação em áreas como inteligência artificial e biotecnologia, além de outras como transição energética, economia circular, alimentos e tecnologias para a saúde. Para este crescimento, Vicente ressalta a necessidade de ampliar a área física para a criação de novos laboratórios, espaços administrativos e ambientes colaborativos.
“Essa expansão permitirá o fortalecimento da infraestrutura de pesquisa e a implantação de estruturas dedicadas ao suporte e à incubação de spinoffs — empresas originadas a partir dos projetos desenvolvidos na unidade, com alto potencial de inovação e impacto econômico”, acrescenta.
